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18 anos do Grupo Centralmed - Entrevista

03/12/2015

18 anos do Grupo Centralmed - Entrevista

 

No âmbito da comemoração dos 18 anos do Grupo Centralmed, Carlos Torres, Diretor Comercial e Marketing do Grupo, falou, em entrevista, ao Portal RHOnline.

 

1. Como começou e onde chegou o Grupo Centralmed? 

“A atividade do Grupo Centralmed iniciou-se em 1997, nas áreas da Segurança e Saúde no Trabalho. Neste momento o Grupo Centralmed tem como missão prestar serviços de Segurança e Saúde no Trabalho, de Segurança Alimentar e de Formação. Somos hoje em dia uma das empresas de referência em Segurança e Saúde no Trabalho, com larga experiência nos setores dos Serviços, Comércio e Indústria, que acredita em princípios éticos, que respeita critérios técnicos e clínicos e que procura cumprir os níveis de serviços contratados. O balanço é francamente positivo.”

 

2. Quais os momentos que recorda como os mais marcantes nestes 18 anos de história do Grupo?

“Talvez a aprovação da Lei 102/2009, de 10 de setembro, que veio dar um impulso decisivo ao setor. A partir desse momento, criou-se uma nova dinâmica que possibilitou agilizar os processos de autorização das empresas prestadoras de serviços. O que demorava anos, passou a demorar poucos meses. De realçar que, nesse seguimento, fomos das primeiras empresas a ser autorizadas.”

 

3. Que circunstâncias, valores e competências considera responsáveis pelo sucesso do Grupo?

“Acredito que a ética, o profissionalismo e o investimento na qualidade dos serviços tem sido reconhecido pelas empresas nossas clientes. Também o cumprimento dos requisitos legais, contratando profissionais qualificados e investindo nos recursos necessários, foram um passo fundamental no sentido de transmitirem a ideia clara de que os serviços de SST devem ser prestados com ética, dignidade e qualidade.”

 

4. Ao longo destes anos, quais as dificuldades com que o Grupo Centralmed se deparou a nível de mercado? 

“A falta de sintonia entre os prestadores de serviços e os empregadores e a falta de fiscalização, que origina concorrência desleal. Há prestadores de serviços desqualificados, com más práticas, que continuam em atividade. Tem de se fomentar as boas práticas. A maioria das empresas não reconhece valor nem benefícios; não pretendem ouvir explicações sobre os objetivos destes serviços. Ignoram o significado de ‘criação de ambientes saudáveis’.”

 

5. Como vê o futuro da Segurança e Saúde no Trabalho?

“Sonho com um futuro em que exista nas empresas uma cultura de prevenção de riscos profissionais. A cultura facilita imenso. O empregador deve olhar para a prevenção de riscos profissionais como um investimento, como algo que melhora a qualidade de vida, reduz o absentismo, dá mais garantias ao trabalhador. Existe uma grande confusão da parte do empregador, sobre o que são os objetivos da medicina do trabalho, que não é o mesmo que medicina curativa.”

 

6. Como vê o futuro do Grupo Centralmed? 

“O nosso receio, e que é também das outras empresas, é que se o empregador olha para este serviço como um ‘mal necessário’, se quer gastar o menos possível, se não vê vantagens e não tem cultura de prevenção, não seja exigente com a escolha dos prestadores de serviços de SST. Contrata uma empresa ‘baratinha’ e que não levante grandes questões! Em síntese, acredito que a ética, o profissionalismo e o investimento na qualidade dos serviços serão reconhecidos pelas empresas clientes. E a prazo darão seguramente dividendos.

 

 

Fonte: www.rhonline.pt 

 

 

 

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