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Vigilância da saúde: trabalhadores temporários ou em regime de prestação de serviços

27/10/2015

Vigilância da saúde: trabalhadores temporários ou em regime de prestação de serviços

Quem deve assegurar a vigilância de saúde do trabalho dos trabalhadores temporários ou em regime de prestação de serviços: os serviços de saúde do trabalho da sua empresa ou os serviços de saúde do trabalho onde desempenham as funções?

 

Os trabalhadores têm direito à prestação de trabalho em condições que respeitem a sua segurança e a sua saúde, asseguradas pelo empregador ou, nas situações identificadas na lei, pela pessoa, individual ou coletiva, que detenha a gestão das instalações em que a atividade é desenvolvida (Lei nº 102/2009, de 10 de setembro, artº 5º, nº1, e respetivas alterações).

No caso dos trabalhadores temporários, ou em regime de prestação de serviço, a desempenhar funções nas instalações e na dependência hierárquica da empresa contratante, a vigilância da saúde deverá ser da responsabilidade dos seus serviços de saúde do trabalho. Compete à empresa utilizadora da mão de obra zelar pela garantia da saúde dos seus trabalhadores, promovendo as melhores condições de trabalho possíveis, independentemente do regime de contrato desses trabalhadores.

 
São os serviços de SST da empresa contratante que conhecem as condições de trabalho e a atividade desenvolvida por estes trabalhadores e procedem à avaliação e à gestão do risco em cada posto de trabalho. São estes serviços que reúnem requisitos para avaliar, de uma forma contínua e integrada, o estado de saúde do trabalhador e a sua relação com o contexto de trabalho, visando atestar a sua aptidão para o desempenho da atividade profissional e as suas implicações, assim como propor medidas que eliminem e controlem os riscos profissionais a que os trabalhadores se encontrem expostos, promovendo a saúde no local de trabalho e o desenvolvimento pessoal e profissional destes trabalhadores.

Só desta forma se pode salvaguardar a saúde e o bem-estar destes trabalhadores e contribuir para a produtividade e para o desenvolvimento das empresas que celebram estes contratos de trabalho.

Às empresas de aluguer de mão de obra ou cedência de trabalhadores temporários compete a avaliação genérica para o trabalho, que não deve ser confundido com aptidão em concreto num determinado trabalho com as suas condições específicas.

 

O TRABALHO É A NOSSA ESPECIALIDADE. AS PESSOAS A NOSSA VOCAÇÃO.

 

 

Fonte: www.dgs.pt

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